13 junho 2013

Resenha: A culpa é das estrelas

A culpa é das estrelas | John Green | Editora Intrinseca | 288 páginas

Esta foi uma leitura diferente. O livro minha irmã ganhou de presente, então ela acabou lendo primeiro, e consequentemente, me contando a história antes de eu ler. Eu odeio isso, mas não posso repreender ninguém, já que eu faço a mesma coisa. 
 
SINOPSE
A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.
Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.

Esse é uma marcador que veio com o livro. Achei lindo! É lá da Livraria Corijinha.
RESENHA
Já sabia que seria uma história  triste, mas não esperava que os personagens levassem uma vida tão "normal"! Eles, apesar de doentes, vivem tão intensamente, não tem medo de viver e nem de morrer, pelo contrário, levam a morte tão na boa que sinto até uma pontinha de inveja. Minha visão sobre a morte ainda é ruim.
Sobre os personagens, simplesmente amei! Hazel é incrível, ela nunca desiste dos seus objetivos, batalhadora e inteligente. Gus, sem comentários. Ele existe mesmo? Hazel é a menina mais sortuda do mundo! Também tem o Isaac, não podemos esquecê-lo. E, claro, a família dos personagens, que sofriam mais do que eles. 
Esse é um livro que te faz calar, mas que te faz pensar, pensar muito. Sobre a vida, sobre o amor, sobre as oportunidades que a gente tem. Também é um puxão de orelha para aqueles que reclamam até da sombra e não levantam o traseiro do lugar pra fazer alguma coisa de útil. Hazel e Gus é são exemplos que temos que viver, independentemente do que vai ser daqui alguns anos. E mesmo em meio à doença eles são engraçados, contam piadas e levam tudo numa boa. Queria ser assim, de verdade.
Para terminar, eu queria fazer igual a Hazel. Ir atrás do John Green e saber a continuação da história. Até quando Hazel vai viver? Será que ela consegue superar a perda do Gus? E sua mãe, se forma na faculdade?
Também fico com uma dúvida, será que os escritores pensam nisso, do destino dos personagens depois que o livro acaba? Por mim seria uma história infinita, "alguns infinitos são maiores que outros".

8 comentários:

  1. Oiiiii, achei seu blog por acaso e estou adorando!
    Já virou com certeza uma dos meus favoritos, parabéns pelo trabalho.

    ahhhh eu tbm tenho um blog
    http://rachelmalheiros.blogspot.com.br
    se quiser dá uma passadinha por la ficaria mto feliz

    bjos flor

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  2. Eu acabei de comprar esse livro e estou super, iper, mega ansiosa para ler, falaram tão bem dele para mim que não resisti e comprei, e amei sua resenha, me faz amar mais o livro ><.
    http://faahsantos.blogspot.com.br/

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    1. Que bom que gostou Faah. E boa leitura, vc irá se apaixonar!

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  3. Esse livro é ótimo. Tão ótimo que terminei de ler a pouco tempo e já quero ler novamente. eheheh

    Ótima resenha!

    www.naomeentendamal.com.br

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  4. amei a resenha !!

    Veja>>http://euamotutoriais.blogspot.com.br/

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